Este Natal não vou comprar presentes. Ou melhor. A compra de presentes vai ser agradável, sem pressas nem planos, sem compromissos ou obrigações. O importante é estarmos com quem gostamos, conhecedores de nós próprios, com quem nos apoia nos momentos difíceis. O importante é divertirmo-nos.
Não gosto de centros comerciais, quanto mais quando eles estão repletos de gente. Para comprar optarei provavelmente por lojas pequenas mas intimistas. Aquelas que ninguém conhece e que ninguém reconhecerá. Que saudades de uma bela compra com peso e medida. O movimento capitalista tornou o comércio num frenesim depressivo que convém evitar com unhas e dentes.
Conselho de quem foge da distribuição de folhetos na rua.
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